Brasil é o terceiro mercado global de beleza, ficando atrás apenas da China e dos Estados Unidos. Mesmo com a queda de 6,7% nas vendas do setor entre 2014 e 2015, o brasileiro ainda destina 2% do seu orçamento aos produtos de beleza e higiene,
segundo a Associação Brasileira da Indústria de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos (Abihpec).

Apesar do tamanho desse mercado, não havia uma regulamentação específica para os profissionais que trabalham nos salões brasileiros até este ano. Segundo dados divulgados pela Anabel (Associação Nacional do Comércio de Artigos de Higiene Pessoal e Beleza), o Brasil conta com 600 mil salões de beleza, mas poucos profissionais estão com sua situação formalizada.

Segundo o presidente da ABSB (Associação Brasileira de Salões de Beleza), José Augusto Ribeiro, os salões passarão por um novo momento a partir de 2017. “Com a aprovação da Lei do Salão Parceiro, haverá mais segurança jurídica para os profissionais de beleza. Até então, o governo não reconhecia o trabalho de um profissional de beleza autônomo, por exemplo”, afirma Ribeiro.

Fonte: Globo.com