Tradicionalmente um dos segmentos mais fortes da economia, o mercado de beleza sofreu, em 2015, sua primeira queda em 23 anos, segundo levantamento da Associação Brasileira da Indústria de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos. Mas isso não significa que o setor está na pior. Muito pelo contrário, ele apenas se adaptou ao novo cenário econômico do país.

O Brasil continua seguindo como o terceiro maior mercado consumidor mundial de produtos de beleza, atrás apenas da China e dos Estados Unidos. A expectativa, dizem os especialistas, é de que o setor volte a apresentar aumento no faturamento ainda neste segundo semestre de 2016, crescendo a taxas cada vez maiores até pelo menos 2020.

De acordo com um estudo realizado pelo SPC Brasil, em um cenário de crise, o brasileiro opta por cortar atividade de lazer em vez gastos com a beleza, este comportamento, favorece a “Indústria da Beleza” que voltou a crescer em 2016.
Uma das empresas que apostam nesse crescimento é a Leads Care Cosméticos, indústria brasileira criada em 2013 e que fabrica produtos para cabelos femininos. Segundo Ramon Quenedi, sócio da companhia, a expectativa é que eles aumentem suas vendas em 150% neste ano. O motivo? Ele explica: “Trata-se de um mercado competitivo, dinâmico e que pouco deprecia”.

Fonte –  Portal Exame